Lula volta a ser candidato ao Planalto pelo PT pela 7ª vez em 10 eleições diretas

Lula vai ser candidato à Presidência pelo PT pela 7ª vez em dez eleições diretas desde a redemocratização. A disputa coloca de novo no centro uma campanha com nomes antigos e dilemas que já aparecem há anos.

Lula entra na campanha com elenco de veteranos e pouca renovação no partido

Nas outras seis candidaturas, Lula perdeu três vezes e ganhou três vezes. Ele perdeu em 1989, 1994 e 1998.

Ele ganhou em 2002, 2006 e 2022. Em 2010 e 2014, ajudou Dilma Rousseff a chegar ao Palácio do Planalto.

Nomes como José Dirceu e José Sergio Gabrielli comandam a estrutura da campanha

O texto cita José Dirceu, Gilberto Carvalho e Paulo Okamotto entre os conselheiros mais influentes da campanha. Também aparece José Sergio Gabrielli como coordenador.

Gabrielli aparece com passagem pela Petrobras. O artigo também lembra que, em 2018, Lula estava preso e não impediu a derrota de Fernando Haddad para Jair Bolsonaro.

O texto aponta um embate antigo entre aposta no gasto e ajuste fiscal. Ele diz que Gabrielli defendeu o gasto em conversas com representantes do mercado e que Dario Durigan, ministro da Fazenda, tentou desautorizá-lo.

Segurança pública volta ao centro, enquanto a campanha promete continuidade

O artigo diz que a campanha promete mais do mesmo. Ele cita continuidade de iniciativas sociais e um ajuste aqui ou ali nas contas públicas, mas não aponta soluções inovadoras.

O texto encerra com a pergunta sobre o projeto de Lula para a área de segurança pública e diz que o eleitor espera mais do que o argumento de que o país não pode voltar à extrema direita.

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