Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, aposta que aliados de Lula em estados com grandes colégios eleitorais podem perder já no primeiro turno. A estratégia mira esvaziar palanques do PT e reduzir a força da campanha do petista em um eventual segundo turno.
Ideia do PL é reduzir palanques do PT após decisões no dia 4 de outubro
O PL diz que, com as disputas de estados definidas no dia 4 de outubro, a mobilização do eleitorado local deve cair.
Com aliados derrotados no primeiro turno, Lula ficaria sem um político com apelo popular para somar votos com a própria campanha em um segundo turno.
Pesquisas citadas apontam vantagem de Tarcísio em SP e disputa apertada na Bahia, segundo levantamentos
Em São Paulo, a pesquisa Ideia/ACSP divulgada na última segunda-feira, 10, mostra Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 50,6% das intenções de voto contra 33,6% de Fernando Haddad (PT).
Na Bahia, a RealTime BigData publicada na última terça-feira, 11, indica ACM Neto (União Brasil) com 44% a 45% no primeiro turno. O levantamento coloca Jerônimo Rodrigues (PT) com 42% e fala em empate técnico, sem eliminar uma definição sem segunda ida às urnas.
No Ceará, a AtlasIntel divulgada na noite da quarta-feira, 12, aponta Ciro Gomes (PSDB) com 49,3% contra 44,6% de Elmano de Freitas (PT) no primeiro turno.
Bahia, Ceará e outros estados entram no radar; campanha acompanha resultados até o dia 4 de outubro
Em Pernambuco, a pesquisa RealTime BigData de 31 de julho mostra Raquel Lyra (PSD) com 44% contra 42% do ex-prefeito do Recife.
A campanha do PL também cita Goiás, onde a eleição para governador indica segundo turno, mas em que, na disputa presidencial, haveria transferência de votos de Ronaldo Caiado (PSD) para Flávio Bolsonaro.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.