Brasil participa da 17ª Conferência das Partes (COP17) na Mongólia com foco em combater a degradação da terra, recuperar áreas degradadas e adaptar ações aos efeitos da seca. O encontro começa nesta segunda-feira (17), em Ulaanbaatar, e reúne representantes de 196 países e da União Europeia.
Conferência discute solo, água e comida em meio à seca e à desertificação
A COP17 reúne 196 países e a União Europeia para discutir a degradação da terra e os efeitos da seca.
Com o tema “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”, a conferência também trata de proteção do solo, segurança hídrica e alimentar e de mecanismos de cooperação e financiamento para regiões afetadas.
Pavilhão Brasil leva metas e planos como PAB-Brasil e Recaatingar
O Pavilhão Brasil é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
A programação inclui apresentações sobre as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e o Programa Recaatingar.
Para Laudemir Müller, presidente da ApexBrasil, o encontro ajuda a compartilhar iniciativas brasileiras de restauração e gestão sustentável da terra.
Caatinga e Cerrado entram nas discussões até 28 de agosto
As discussões destacam regiões semiáridas e subúmidas secas, com atenção à Caatinga e ao Cerrado, além de conservação do solo e adaptação às mudanças climáticas.
A conferência vai até 28 de agosto. A programação do Pavilhão Brasil também aborda o cenário na Mongólia, onde cerca de 77% do território sofre com a degradação da terra.
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