Flávio Bolsonaro levanta Nossa Senhora Aparecida e disputa chega ao STF

Flávio Bolsonaro entrou na polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida na reta final da eleição e levou o caso ao Supremo após decisões no TSE. O tema mistura religião, campanha e briga judicial e pode afetar a disputa eleitoral nas próximas votações.

Imagem de Nossa Senhora Aparecida vira parte do jogo político entre católicos e evangélicos

Na campanha, Flávio Bolsonaro aparece ao lado de Tarcísio de Freitas levantando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida.

O gesto ganhou repercussão e colocou lado a lado dois públicos citados na reportagem, católicos e evangélicos, em um tema que envolve veneração de imagens na tradição católica.

Telejornal, fake news e disputa judicial: do TSE ao plenário do STF

O caso começou com um comentário em telejornal que associa(va) Flávio à ideia de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

A reportagem informa que o projeto citado não é de Flávio, foi apresentado por outro parlamentar em 2007 e arquivado no ano seguinte. Flávio negou intenção e chamou a informação de fake news.

Depois, a CNBB entrou na história ao negar ter produzido ou divulgado a informação e repudiar a acusação. A disputa chegou ao Supremo após decisões: o ministro André Mendonça, do TSE, determinou remoção de publicações, Flávio Dino restabeleceu uma delas, e Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a ordem anterior, com análise pelo plenário do STF.

Eleitor acompanha a disputa religiosa e o que será decidido no STF

A reportagem destaca que a eleição depende do eleitor e não de candidato, igreja ou jornalista, citando que não existe um único voto católico nem um único voto evangélico.

O caso segue para análise no plenário do STF, enquanto a controvérsia sobre o uso de linguagem religiosa na campanha ficou em destaque na última semana.

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