O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou o recorte de uma pesquisa para o Senado no Rio e afirmou que o cenário aparece diferente quando se olham outros levantamentos e a evolução dos números. Ele comentou a divulgação da Quaest nesta terça-feira (29), que apontou Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) com 15%.
Lindbergh pede que eleitor observe conjunto de pesquisas e mudanças entre rodadas
Lindbergh disse que é importante olhar o conjunto das pesquisas. Ele também citou a evolução dentro de cada instituto como ponto que, segundo ele, muda a leitura do resultado.
Ele cita variação de percentuais de Benedita em Quaest, Datafolha, Paraná e Prefab
Na fala dele, a Quaest teria mostrado Benedita estacionada nas últimas rodadas. Lindbergh afirmou que, no Datafolha, ela foi de 15% para 18% e chegou a 19%.
Ele também mencionou resultados no Paraná, com passagem de 29,6% para 30,7% e depois para 32%. Na Prefab, Lindbergh disse que Benedita marcou 15,2% em agosto, chegou a 22,8% e agora aparece com 27,2%.
“Pesquisa boa é a que a gente vê na urna”: impacto do recorte na disputa do Senado
Lindbergh ironizou a ideia de que a pesquisa Quaest, com os três nomes empatados em 15%, representaria o cenário inteiro da disputa. Ele resumiu a posição com a frase “Pesquisa boa mesmo é a que a gente vê na urna”.
A declaração dele foi feita ao comentar a pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29). O post sobre o tema apareceu primeiro em Tempo Real.
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