O dólar fechou a quinta-feira (1º) em alta, cotado a R$ 5,21, com foco na pressão sobre os juros globais e no avanço do petróleo. O movimento mexe com o câmbio e entra no radar de quem acompanha o mercado neste momento.
Juros dos Treasuries sobem e dólar ganha força
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries avançaram. A taxa dos papéis de dez anos chegou a níveis não vistos desde 2002.
Os títulos de 30 anos também registraram forte alta. Segundo analistas, essa alta das curvas de juros aumenta a expectativa de novo aumento de taxas pelo Federal Reserve.
Petróleo Brent sobe 4,37% e euro fecha a R$ 5,86
No mercado de commodities, o petróleo Brent avançou 4,37%, para US$ 102,31 o barril. A alta veio com tensões no Oriente Médio e informações sobre deslocamento de mais forças militares dos Estados Unidos para a região.
No Brasil, o cenário eleitoral segue como fator observado pelos investidores. A proximidade do primeiro turno das eleições aumenta a volatilidade dos ativos, enquanto o mercado acompanha expectativas sobre juros, câmbio e política fiscal.
O euro encerrou o pregão cotado a R$ 5,86. No fechamento, o Ibovespa terminou o pregão em alta, com ações da Petrobras entre os destaques positivos.
Primeiro turno e petróleo no radar do bolso e das carteiras
O movimento do petróleo também ajudou ações do setor na Bolsa brasileira. Com o câmbio e os ativos em alta, o resultado aparece no desempenho do Ibovespa.
Até o primeiro turno das eleições, o mercado mantém o foco em juros, câmbio e política fiscal. Essa combinação segue influenciando a volatilidade dos ativos no país.
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