A reta final da campanha presidencial foi marcada por discussões consideradas secundárias e até “bizarras”, com candidatos deixando de lado desafios centrais do país. O cenário importa agora porque o primeiro turno se aproxima e o eleitor ainda não viu respostas claras para problemas como segurança pública, corrupção, saúde e educação.
40 dias de campanha com foco em disputa e temas fora do centro dos problemas
O texto aponta que, no Brasil, as campanhas não têm servido tanto para apresentar propostas, comparar projetos e explicar caminhos para o eleitor.
A matéria diz que os favoritos, com apoio de parte do eleitorado, se dedicaram mais a desgastar os adversários do que a discutir pontos ligados ao dia a dia da população.
Lula e Flávio Bolsonaro entram no fim da disputa com segurança, corrupção e contas do governo sem detalhamento
A reportagem cita o pedido de 134 milhões de reais feito por Flávio Bolsonaro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse.
Ela também menciona a atuação da Polícia Federal em investigações, com destaque para os escândalos do Master e do INSS, além da crise de reputação do Supremo Tribunal Federal.
Na parte da dívida pública, o Ministério do Planejamento projeta rombo no orçamento público federal em 2026 de 80,9 bilhões de reais, quase o dobro de 2024, que foi de 43 bilhões de reais.
O que tende a pesar na vida do eleitor no segundo turno e após a eleição
A matéria afirma que a segurança pública aparece no topo das preocupações da população e cita um estudo da Organização das Nações Unidas divulgado em dezembro de 2023, com o Brasil na 14ª posição em taxa de homicídio.
O texto mostra ainda que, no fim da campanha, nenhum candidato tratou com seriedade, segundo a publicação, a fila de espera no Sistema Único de Saúde (SUS) e também aponta dificuldades na área da educação, com dados do IBGE e resultados do Pisa.
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