Uma largada forte de candidatos com grande vantagem em pesquisas coloca pelo menos onze estados na rota para terminar a eleição ao governo sem segundo turno neste domingo. Em alguns lugares, o placar pode vir mesmo com disputas parecidas, por causa da presença de apenas dois concorrentes competitivos.
Por que Bahia, Pernambuco e Ceará podem decidir no 1º turno
Bahia, Pernambuco e Ceará podem encerrar a disputa sem segundo turno apesar de terem eleições descritas como equilibradas.
O cenário citando pela reportagem é que nesses estados há só dois candidatos competitivos, e ambos têm chance de fazer maioria já na primeira votação.
Governadores na frente: Jorginho Mello, Rafael Fonteles e mais com 20 a 41 pontos
Na semana final antes do voto, cinco dos seis nomes citados como “superfavoritos” têm pelo menos 20 pontos percentuais de vantagem e são governadores tentando renovar o mandato.
Jorginho Mello (PL) lidera em Santa Catarina, Rafael Fonteles (PT) aparece no Piauí, Eduardo Riedel (PP) concorre no Mato Grosso do Sul, Daniel Vilela (MDB) disputa em Goiás e Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenta se reeleger em São Paulo.
A única exceção é Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista, que tem 25 pontos de dianteira na corrida ao governo de Roraima.
Pesquisas já somam quase 3 mil e só dois têm reeleição em risco no 1º turno
A reportagem aponta que, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, já foram quase 3 000 sondagens, número acima do total de 2022 antes mesmo do segundo turno.
Entre os 18 chefes dos Executivos estaduais na disputa, só Clécio Luís (União Brasil), no Amapá, aparece 18 pontos atrás do ex-prefeito Antônio Furlan (PSD), e Mateus Simões (PSD), de Minas Gerais, aparece com 6% na última pesquisa Quaest.
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