O governador em exercício Ricardo Couto analisou a eleição no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (5) no Talho Capixaba, no Leblon. Ele resumiu o resultado com a frase: “Nem com a astróloga dava pra prever isso.”
Café no Leblon vira palco de análise com votos sub judice e surpresas no segundo turno
Couto falou sobre os números, percentuais e votos sub judice que aparecem no cenário eleitoral do Rio. Ele também mencionou o segundo turno, que embaralhou previsões feitas ao longo da campanha.
No encontro, a análise seguiu depois de uma tentativa de organizar o que as urnas deixaram para trás.
Douglas Ruas sai na frente no primeiro turno e a disputa vai para nova rodada
Douglas Ruas (PL) terminou o primeiro turno à frente de Eduardo Paes (PSD), levando a eleição para uma nova rodada. A votação de Anthony Garotinho e a situação judicial também entraram no conjunto de fatores citados por Couto.
Com isso, Couto tentou encontrar lógica nas pesquisas, nas projeções partidárias e no desempenho das chapas proporcionais. Ele disse que desistiu dessa tentativa.
Para Couto, pesquisas podem mudar: margem de erro, intenção de voto e “ascendente dos candidatos”
No “Tempo Surreal”, a avaliação mencionada foi que, para o segundo turno, institutos de pesquisa talvez precisem usar uma nova metodologia. A ideia citada inclui margem de erro, intenção de voto e ascendente dos candidatos.
A fala aconteceu durante a manhã desta segunda-feira (5), no Talho Capixaba, no Leblon.
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