Cinco pessoas foram detidas por causa do roubo, em setembro, de dois quadros do Museu Renoir de Cagnes-sur-Mer, na Riviera Francesa. A ação levou obras avaliadas em €9 milhões e ainda não foi recuperada.
Roubou em setembro: caso envolve museu de Renoir em Cagnes-sur-Mer
O caso aconteceu no museu dedicado ao pintor impressionista Auguste Renoir, no sul da França. O roubo afetou um local ligado à vida do artista e que fica perto de Nice.
Entrada no museu, serra elétrica e pinturas desaparecidas
Em 8 de setembro, dois ladrões entraram no museu. Eles serraram os suportes de quatro quadros e fugiram com dois, deixando os outros no jardim.
Segundo Bryan Masson, prefeito de Cagnes-sur-Mer, o grupo abriu um buraco na cerca para entrar no parque da propriedade. Depois cortou uma vidraça para chegar ao prédio e usou uma serra elétrica para metais para cortar os suportes das molduras.
As obras roubadas foram “Retrato de Madame Colonna Romano”(1910) e “Jeune fille au puits”(1886). O valor chega a 9 milhões de euros, equivalente a cerca de 53 milhões de reais. Os dois quadros ainda estão desaparecidos.
Museu criado em 1960 e ligação com outros roubos na Europa
O museu foi criado em 1960 e fica na última casa em que Pierre-Auguste Renoir (1841-1919) morou. Além do mobiliário original, ele expõe objetos e móveis do pintor, como seu cavalete e sua cadeira de rodas.
O roubo ocorreu quase um ano depois do assalto ao Louvre, em Paris, durante o qual foram subtraídas oito joias da Coroa da França, que seguem desaparecidas. O pintor também já tinha sido alvo de um roubo recente na Europa: em agosto, a polícia italiana recuperou três pinturas roubadas em março da Fundação Magnani Rocca, nos arredores de Parma, no norte da Itália.
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