O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva acompanhou o relator Floriano de Azevedo Marques na rejeição do pedido de desistência da defesa de Anthony Garotinho, mas votou pela manutenção dos votos do ex-governador no TSE. O julgamento aconteceu nesta quinta-feira (08) e envolve a eleição para o governo do Rio.
Cueva rejeita a desistência, mas muda o efeito do resultado no plenário
Durante o julgamento na Corte, nesta quinta-feira (08), Cueva abriu a primeira divergência no plenário do TSE.
O placar ficou em 4 a 1 pela rejeição da desistência e pela anulação dos votos de Garotinho, formando maioria pela decisão.
Ministro cita “perda do objeto” e preservação dos efeitos do primeiro turno
“Julgo prejudicado o recurso ordinário por perda do objeto, bem como o pedido de desistência, preservados os efeitos da totalização do primeiro turno para fins de realização do segundo turno das eleições de 2026 para o cargo de governador do estado do Rio”, disse Cueva.
O texto também aponta que, com a exclusão dos 274.411 votos recebidos por Garotinho, Douglas Ruas (PL) termina o primeiro turno com 49,27% dos votos válidos.
Exclusão de votos pode levar Ruas a 50% no primeiro turno
Com a retirada desses votos, Ruas ultrapassa a marca de 50%.
O caso coloca em foco a realização do segundo turno das eleições de 2026 para governador do estado do Rio.
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