Trump isenta a Rússia de tarifas comerciais após aprovação no Congresso

Donald Trump decidiu isentar a Rússia de tarifas aprovadas pelo Congresso americano e que haviam entrado em vigor há apenas dois dias. A mudança mexe no cenário da guerra na Ucrânia e já gerou reações de lado a lado.

Decisão de Trump sobre tarifas reacende disputa EUA e Rússia na guerra

Trump revogou as tarifas comerciais para a Rússia pouco depois da entrada delas em vigor.

Volodymyr Zelensky cobrou dos EUA a retirada das sanções e disse que a pressão ao agressor ficaria menor.

Zelensky critica medida, Putin negocia futuro da guerra e tarifas vão até 500%

Em publicação nas redes sociais, Zelensky afirmou: “Que os EUA abram mão das sanções, que se alivie a pressão sobre o agressor e que Putin seja recompensado financeiramente só serve para encorajá-lo a continuar atacando”.

Kirill Dmitriev, enviado de Putin, comemorou a decisão e citou a “Lei Graham”, feita por Lindsey Graham, como um passo importante para as sanções comerciais.

O texto aprovado com apoio de Republicanos e Democratas buscava asfixiar a Rússia financeiramente e ampliava tarifas para quem fizesse transações com o país. Trump tinha 30 dias para impor sanções de 100% a todos os produtos dos cinco maiores compradores de petróleo russo, incluindo China e Índia, e de até 500% sobre importações americanas da Rússia.

Alta de preços e acordo de diesel ajudam a explicar impacto econômico imediato

A caneta do presidente americano, segundo o texto, ajudou a promover alta nos preços da energia.

Trump também assinou um acordo com Putin para importar diesel da Rússia. Zelensky afirmou na Bélgica: “Agora podemos ver como o dinheiro começará a voltar a fluir para a Rússia por meio do acordo sobre o diesel. Isso colocará mais dinheiro diretamente no bolso de Putin para financiar esta guerra”.

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