Flávio Bolsonaro aparece com 51,5% dos votos válidos e Lula com 48,5% na nova pesquisa Alfa Inteligência para o segundo turno, divulgada nesta terça-feira, 20. O levantamento mede intenções de voto, potencial, rejeição e como o eleitor avalia o governo.
Pesquisa avalia votos válidos e exclui branco, nulo, indecisos e quem não respondeu
No cenário de votos válidos, o cálculo exclui quem diz votar em nenhum dos dois, em branco ou nulo. O número também desconsidera os entrevistados que não sabem ou não responderam.
No cenário estimulado, considerando toda a amostra, Flávio tem 48,8% e Lula 45,9%. Outros 3,5% dizem que não escolheriam nenhum dos dois, votariam em branco ou nulo. Outros 1,8% não sabem ou não responderam.
Variação desde julho, diferenças por região e rejeição em alta ou queda
Na pergunta espontânea, sem nomes apresentados antes, Flávio aparece com 47% das menções e Lula com 43%. Outros 5% dizem que não escolheriam ninguém, votariam em branco ou nulo, e 5% não sabem ou não responderam.
O instituto também mostra recorte regional. No Centro-Oeste, Flávio tem 61% e Lula 37%. No Nordeste, Lula tem 57% e Flávio 34%. No Norte, os dois registram 41%. No Sudeste, Flávio tem 53% e Lula 38%, e no Sul, 52% e 36%, respectivamente.
Na série histórica, a Alfa Inteligência aponta mudança desde julho. Naquela rodada, Lula estava com 48% e Flávio com 41%. Em setembro, os dois ficaram com 43%. Agora, Flávio chega a 48,8% e Lula a 45,9%. A rejeição a Flávio caiu de 59% para 45% e a rejeição a Lula oscilou de 48% para 46%.
Corrida eleitoral também aparece em potencial de voto, avaliação do governo e temas que pesam
No indicador de potencial, 40% dizem que votariam com certeza em Flávio Bolsonaro e 8% afirmam que poderiam votar nele. Isso soma 48% de potencial para o senador. Para Lula, 37% votariam com certeza e 10% poderiam escolhê-lo, totalizando 47%.
Na avaliação do governo, 46% aprovam a forma como Lula administra o país e 50% desaprovam. Quando o eleitor aponta o tema que mais pesa na escolha para presidente, a corrupção aparece com 29%, seguida por custo de vida com 21%, educação com 16%, segurança pública com 14%, emprego com 8% e saúde com 6%. A pesquisa ouviu 2.700 eleitores com 16 anos ou mais, em entrevistas pessoais entre 15 e 19 de outubro, com margem de erro de 1,9 ponto percentual para mais ou para menos e 95% de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00820/2026.
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