Benjamin Netanyahu entra em eleições legislativas marcadas para o próximo dia 27 com uma nova denúncia sobre os planos do Hamas. Funcionários do governo, segundo o texto, disseram que ele tinha conhecimento prévio e não fez nada, o que pode mexer com votos.
Crise política e o peso da guerra após 7 de outubro
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, está no cargo por três períodos e soma 19 anos como premiê. Ele também lidou com acusações de corrupção, protestos ligados à tentativa de redesenhar o Judiciário e críticas nacionais e internacionais sobre ofensivas militares em Gaza, no Líbano e no Irã.
O texto cita os atentados terroristas de 7 de outubro de 2023, promovidos pelo Hamas, e aponta 1 000 mortos e 250 reféns como resultado.
Denúncia de conhecimento prévio dos planos do Hamas vira tema da campanha
Nas eleições do dia 27, o ponto que pode tirar votos é a revelação, feita por funcionários do governo sob condição de anonimato. Eles dizem que Netanyahu sabia antes dos planos do Hamas e não tomou atitude.
A disputa eleitoral liderada, segundo as mais recentes pesquisas, envolve Gadi Eisenkot, ex-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, do partido centrista Yashar. O texto também menciona que Netanyahu, chamado “Bibi” pelos amigos, intensificou visitas com apoiadores, como o encontro em um shopping em Yoqneam, no norte de Israel, no domingo 18.
Trump entra no cenário e voto vira foco no Oriente Médio
O pleito, de acordo com o texto, tem “um quê de referendo” sobre a postura de Netanyahu e é apoiado por Donald Trump. O texto acrescenta que o mundo presta atenção ao Oriente Médio.
O próximo dia 27 concentra o impacto direto no cenário político de Israel, com a denúncia sobre o Hamas no centro da disputa.
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