Pesquisa da Quaest mostra rejeição alta no 2º turno e empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro

No segundo turno, a rejeição ao adversário deve pesar forte e pode levar o vencedor ao Palácio do Planalto em janeiro com apoio circunstancial. Uma pesquisa da Quaest divulgada na quarta-feira 21 mostra índices altos de eleitores que dizem que não votam no candidato do outro lado.

Rampa do Planalto em janeiro pode ser marcada por apoio que não vem por afinidade

Entre milhões de eleitores, o voto vira uma forma de impedir a vitória do oponente.

O cenário descrito envolve uma disputa acirrada e alta rejeição, com vencedor reunindo uma leva de apoiadores que não se mantém por afinidade ideológica.

Quaest: 52% não votariam no PL e 47% rejeitam o candidato do PT; empate técnico

A pesquisa divulgada na quarta-feira 21 indica que 52% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum no candidato do PL. Outros 47% afirmam o mesmo em relação ao candidato do PT.

Com os dados, Lula e Flávio chegam à reta final empatados tecnicamente dentro da margem de erro.

O texto também cita que, em 2022, a rejeição era de 50% para Jair Bolsonaro e de 46% para Lula, e que agora a rejeição do presidente foi de 55% em setembro para 47% em uma semana, caindo 5 pontos. No mesmo recorte, a rejeição ao senador do PL fica em 52%.

Rejeição alta pode mudar de novo o jogo do dia a dia e o debate entre os presidenciáveis

O segundo turno é descrito como marcado por ataques à reputação e uso de boatos durante a campanha.

O artigo relaciona esse tipo de disputa a episódios pós-eleição e diz que o vencedor pode enfrentar pouca margem para pedir sacrifícios, dependendo ainda mais do Congresso.

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