O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, respondeu em 23 de outubro que não era tecnicamente possível fazer segundo turno no Rio em 25 de outubro de 2026. A resposta só foi inserida no processo movido pelo PSD no dia 27.
STF acionou o TSE após pedido do PSD e Nunes Marques tratou da data do segundo turno
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou no dia 19 de outubro que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) explicasse a decisão de concluir o resultado em primeiro turno. A vitória de Douglas Ruas (PL) ocorreu após o primeiro turno nas eleições para governador do estado do Rio de Janeiro.
Esse pedido partiu do PSD de Eduardo Paes, depois do primeiro turno das eleições.
TSE detalha indeferimento de registro e afirma que o segundo turno em 25 não cabe no calendário
No dia 23, Nunes Marques respondeu e citou o passo a passo do indeferimento do registro de Anthony Garotinho (Republicanos). Ele também mencionou os recursos e os embargos.
Por fim, Nunes Marques disse que não era mais tecnicamente possível realizar eventual segundo turno para o cargo de governador do Estado do Rio de Janeiro em 25 de outubro de 2026.
A resposta foi incluída no processo apenas quatro dias depois, nesta terça-feira (27).
Zanin pediu manifestação e calendário traz eleição suplementar até 6 de dezembro
O ministro Zanin encaminhou o caso à Advocacia-Geral da União (AGU) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) para manifestação.
As datas citadas no calendário da Justiça Eleitoral incluem a última data para eleição suplementar, em 6 de dezembro. Douglas Ruas será diplomado até o dia 18 de dezembro, e a posse está marcada para 6 de janeiro.
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