O Ministério de Minas e Energia abriu consulta pública sobre metas do Programa Energias da Amazônia para 2030 e 2035. A proposta quer reduzir o consumo de combustíveis fósseis e os custos de geração de energia elétrica na Amazônia Legal.
Metas miram menos combustíveis fósseis e menor custo de energia na Amazônia Legal
O documento do Programa Energias da Amazônia mira ampliar o uso de fontes renováveis. A proposta também busca reduzir a dependência de combustíveis fósseis na região.
Com isso, o plano tenta diminuir os custos de geração de energia elétrica na Amazônia Legal, onde várias localidades dependem de usinas termelétricas a combustíveis fósseis.
Proposta prevê redução de 70,2% até 2030 e de 73,3% até 2035 nos Sistemas Isolados
A proposta estabelece redução de 70,2% no consumo de combustíveis fósseis até 2030. O texto também aponta redução de 73,3% até 2035 nos Sistemas Isolados.
O plano ainda inclui metas de emissões de gases de efeito estufa, com queda de 65,7% até 2030 e de 75,9% até 2035. Nos custos totais de geração, a proposta prevê redução de 55,5% até 2030 e de 60,1% até 2035.
Para mudar o cenário atual, o programa prevê substituição gradual da matriz energética por fontes renováveis, sistemas híbridos de geração, armazenamento de energia e ampliação das conexões com o Sistema Interligado Nacional (SIN).
Contribuições vão até 11 de novembro de 2026 e decisão passa pelo CNPE
As contribuições podem ser enviadas até 11 de novembro de 2026 pelo portal do Ministério de Minas e Energia e pela plataforma Brasil Participativo.
Depois do fim da consulta, o ministério vai analisar as sugestões e encaminhar a versão consolidada ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que decide sobre as metas do programa.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.