Eugênio Aragão informou nesta terça-feira que deixou a condução da defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. A mudança acontece enquanto avançam negociações de delação premiada sobre o caso Master.
Saída de Eugênio Aragão ocorre durante negociações de delação do caso Master
Aragão comunicou a decisão em nota. Ele disse que só participa de iniciativas jurídicas com seriedade, confiança profissional e responsabilidade.
Na mesma nota, o advogado afirmou que qualquer colaboração premiada só seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas.
Aragão assumiu a defesa em 22 de abril, com Davi Tangerino
Aragão ficou menos de um mês no posto. Ele assumiu a defesa de Costa em 22 de abril, junto com Davi Tangerino.
Costa foi preso na quarta fase da Operação Compliance Zero. A investigação aponta que o ex-presidente do BRB teria negociado propina de R$ 146,5 milhões com Daniel Vorcaro, por meio de imóveis, em troca de atuar na compra do Master pelo banco público de Brasília.
Investigação cita compra do Master e negociação de propina envolvendo imóveis
A prisão de Costa ocorreu na quarta fase da Operação Compliance Zero. O caso envolve negociação de propina e a atuação na compra do Master pelo banco público de Brasília.
Com a saída de Aragão, a defesa de Costa deixa de ser conduzida por ele. O advogado citou que a análise de possível colaboração premiada depende de provas consistentes e inequívocas.
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