O ministro do Superior Tribunal de Justiça Marco Buzzi está afastado das funções, mas continua recebendo vencimentos que passam de R$ 100 mil por mês. Ele responde a um processo disciplinar que apura duas denúncias de assédio sexual.
Afastamento não corta salário e mantém Buzzi recebendo vencimentos acima do teto
Buzzi segue com remuneração enquanto enfrenta o processo disciplinar.
O pagamento inclui subsídios e indenizações, verbas que não entram no teto do funcionalismo público.
Teto de R$ 46.366 e discussão no STF sobre penduricalhos
Em fevereiro e março deste ano, os valores recebidos por Buzzi superam o teto mensal de 46.366 reais.
O STF decidiu no fim do mês passado limitar o pagamento desses penduricalhos a até 35% do valor do teto.
Com esses extras, Buzzi recebe mais de R$ 100 mil por mês. Sem eles, o salário dele é de 44 mil.
STF apura suspeitas e Buzzi não pode usar gabinete e benefícios do cargo
O texto diz que Buzzi não pode usar o gabinete, o veículo oficial e outros benefícios do cargo durante o afastamento.
O caso inclui acusações envolvendo denúncias anteriores, uma denúncia feita por uma ex-assessora e a abertura de um inquérito pelo STF após parecer da Procuradoria-Geral da República.
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