O agronegócio criou 30.518 empregos formais em junho de 2026 e puxou a geração de vagas em cidades do país. No mês, foram 243.575 admissões e 213.057 demissões, segundo dados do Novo Caged.
CNM aponta criação de vagas no agro e registra queda na comparação com 2025
O levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base no Novo Caged, mostra um saldo positivo mesmo com queda na comparação com o mesmo mês de 2025. Em junho de 2025, foram abertas 38.005 vagas.
Entre os 4.715 municípios com movimentação no mercado de trabalho do agro, 2.330 tiveram expansão do emprego. Outros 2.029 registraram redução.
Laranja e café lideram o saldo de vagas; maçã e calçados cortam postos
O cultivo de laranja liderou a criação de empregos em junho, com saldo de 5.397 vagas em 298 municípios. O cultivo de café ficou em seguida, com 4.630 postos em 464 cidades.
Entre as atividades com redução, a fabricação de calçados de couro eliminou 1.627 vagas em junho. O cultivo de maçã teve saldo negativo de 1.042 postos.
Sudeste concentra 62% dos empregos e CNM fala em desaceleração no ano
O Sudeste respondeu por 62% dos empregos criados pelo agro em junho, com saldo de 18.894 postos. O Centro-Oeste registrou saldo positivo de 8.267 empregos, o Nordeste somou 5.973 e o Norte ficou com 572.
A CNM aponta que, apesar do saldo positivo em junho, o acumulado do ano mostra desaceleração. Até o fim do primeiro semestre, o agro acumulava 90,2 mil novos postos, o equivalente a 9,8% das vagas formais criadas no país.
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