A Águas do Rio anunciou um investimento de R$ 120 milhões no Complexo da Maré para normalizar o abastecimento e tratar o esgoto na região. A previsão é fazer as obras até o fim de 2027.
Obras na Maré miram esgoto perto das casas e redes irregulares de água
De acordo com a concessionária, a mobilização busca reduzir o despejo de esgoto perto de casas e em vias do Complexo da Maré. A ideia também é regularizar o abastecimento de água de moradores e comerciantes.
A concessionária diz que parte dos moradores e dos comércios usa redes irregulares. Por isso, as intervenções também devem mexer no sistema de abastecimento em setores.
R$ 120 milhões até 2027: tronco-coletor, redes e encaminhamento para ETE Alegria
A previsão é investir R$ 120 milhões até o fim de 2027. A concessionária estima que cerca de 200 mil moradores sejam beneficiados pelas melhorias nas redes de saneamento.
Nas obras de esgotamento sanitário, devem ser instalados 4,5 quilômetros de tronco-coletor e mais 18 km de redes secundárias. Com isso, a estrutura deve encaminhar aproximadamente 1,3 bilhão de litros de esgoto por mês para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Alegria, no Caju.
Para as intervenções, a concessionária cita o uso de “tatuzinhos”, que fazem a escavação subterrânea e a instalação das tubulações ao mesmo tempo.
Regularização da água pode afetar 60 mil casas e comércios
Na parte do abastecimento, as obras devem expandir a regularização onde há redes irregulares. A Águas do Rio afirma que cerca de 60 mil casas e estabelecimentos comerciais deverão ser afetados.
A concessionária também prevê novas redes e a divisão do sistema em setores, para permitir intervenções em áreas menores. Assim, a empresa diz que não é necessário afetar o abastecimento de toda a região.
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