A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai passar por ajustes na reta final, às vésperas do primeiro turno das eleições. A mudança envolve a comunicação na TV e nos atos políticos e ganha peso com resultados recentes de pesquisas e a repercussão de uma sessão polêmica do STF.
Equipe de Lula ajusta TV e atos após pesquisas e repercussão no STF
Os últimos números de pesquisas de intenção de voto entraram no cálculo da equipe. Alguns levantamentos chegaram a mostrar Flávio Bolsonaro na dianteira.
Auxiliares também citaram projeções de que a sessão polêmica do STF pode pesar contra ele nos levantamentos futuros. Com isso, eles decidiram ajustar a comunicação tanto na campanha da TV quanto nos atos políticos.
Mais espaço para embate político e críticas a Flávio Bolsonaro
Na reta final, Lula seguirá falando de seu legado. Ele vai dedicar menos tempo a isso e vai focar mais no embate político.
O plano prevê críticas mais duras ao principal adversário nas urnas. O material menciona comparações entre as trajetórias dos dois e ainda destaca o tema da soberania.
Soberania volta ao centro e disputa destaca decisões ligadas a Donald Trump
Lula também vai resgatar o tema da soberania, citado como um ponto a seu favor na comparação com Flávio. A campanha associa esse ponto a decisões desfavoráveis de Donald Trump em relação ao Brasil.
As mudanças fazem parte da preparação para o primeiro turno, com impacto direto na forma como o petista vai apresentar suas mensagens na TV e nos atos políticos até lá.
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