O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) vira alvo de pressão no Amapá e em Brasília enquanto tenta manter aliados. Ele enfrenta disputa no estado e cobranças ligadas ao STF e à pauta do impeachment no Senado.
Chefe do Senado tenta sustentar grupo no Amapá e reage à pressão no Congresso
Alcolumbre comanda o Senado e o Congresso pela segunda vez e atua como peça central do jogo político em Brasília.
O mandato dele vem do Amapá, onde o estado é comandado pelo grupo ligado a ele há onze anos.
Clécio Luis e Antônio Furlan aparecem em pesquisa, e Rayssa Furlan lidera a corrida ao Senado
Embora não dispute as urnas este ano, Alcolumbre enfrenta uma eleição difícil no estado em 2026.
Segundo a pesquisa Real Time Big Data de setembro, Clécio tem 31% das intenções de voto contra 62% de Antônio Furlan, o Dr. Furlan (PSD).
A disputa ao Senado também pressiona Alcolumbre. Rayssa Furlan (Podemos) lidera com 33%, enquanto Randolfe Rodrigues (PT) tem 20% e Alliny Serrão (União Brasil) tem 9%.
Cobranças sobre STF e impeachment chegam ao Amapá e a renovação do Senado em outubro pesa no futuro
Na última semana, Alcolumbre foi citado em um relatório apócrifo da PF como “alvo estratégico” e recebeu aumento de pressão para paute o impeachment de Moraes no Senado.
No domingo 13, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) reuniu 6 000 pessoas em ato em Macapá contra Alcolumbre, com a frase “Fora, Davi!”.
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