O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi encarregado de mapear para o STF as eleições de candidatos de direita e passou a ser cobrado depois de projeções de uma bancada pró-impeachment a partir de 2027. O tema entrou nas conversas entre ministros do Supremo e ganhou críticas após a confirmação do tamanho dessa bancada.
Missão de Alcolumbre para o STF mira eleições e mexe com conversas entre ministros
Enquanto trabalhava pela reeleição do governador do Amapá Clécio Luís (União Brasil) e do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), Alcolumbre atuou longe dos holofotes.
A incumbência dele era levar ao STF um levantamento sobre as eleições de candidatos de direita para o Senado, por causa de relações próximas com Alexandre de Moraes e outros magistrados.
Bancada pró-impeachment teria 49 senadores em 2027, e PL projeta mais do que alcançou
Ministros do STF passaram a discutir o risco das urnas elegerem, em bloco, parlamentares ligados a processos de impeachment contra alvos do STF.
Com a confirmação de que a bancada pró-impeachment, a partir de 2027, terá 49 senadores, o número ficou só cinco apoios abaixo do piso necessário para impor a deposição de um togado do STF.
O PL, segundo o texto, esperava controlar um quarto do Senado a partir de 2027 e chegou a 19 senadores no resultado, somando 28 com os nove que já tinha, ou 34% do Senado.
PL e partidos alinhados somam mais de 60% e Alcolumbre tenta seguir na Presidência
O texto aponta que, junto com o Novo e outros parlamentares favoráveis a um freio no STF, a bancada pró-impeachment chega a mais de 60% da composição da Casa.
Alcolumbre tentará manter a Presidência da Casa em fevereiro, e o artigo lembra que apadrinhados dele, Randolfe Rodrigues e Clécio Luís não conseguiram se reeleger.
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