Aliados de Flávio Bolsonaro e de Ronaldo Caiado enxergam Joaquim Barbosa como um nome que perdeu força para a disputa à Presidência. Para os dois pré-candidatos, Barbosa “perdeu o timing” de competitividade.
Campanhas citam que Barbosa demorou para voltar ao jogo político
Há um consenso nas campanhas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Ronaldo Caiado (PSD-GO) sobre a possibilidade de Joaquim Barbosa entrar no páreo pelo Planalto.
Estrategistas das duas campanhas dizem que Barbosa ficou longe da vida pública por anos e, por isso, não representaria mais o que fez dele um nome forte na disputa.
Argumentos citam mudança de imagem e perda de sinais para parte do eleitorado
Os aliados mencionam que Barbosa teria perdido a pecha de “justiceiro”. A avaliação é associada ao ministro Alexandre de Moraes para parte do eleitorado que se opõe a Jair Bolsonaro (PL).
Outro ponto citado pelas campanhas é que Barbosa não ficaria mais ligado à imagem de “magistrado antipetista”. Para parte do eleitorado bolsonarista, essa figura passou a ser associada ao Juiz Sergio Moro (PL-PR) na última década.
Democracia Cristã aparece no cenário da filiação de Barbosa
O artigo lembra que Joaquim Barbosa é ex-ministro do STF e que ele acabou de se filiar ao Democracia Cristã (DC).
Com isso, as campanhas de Flávio Bolsonaro e de Ronaldo Caiado tratam a entrada de Barbosa na disputa como uma chance que já passou no tempo.
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