Os americanos mostram rejeição à guerra com o Irã, e isso pressiona o presidente Donald Trump a decidir o que fazer agora. A decisão pode influenciar a campanha política e o apoio ao governo.
Pressão da opinião pública pesa sobre a decisão de retomar bombardeios
Trump já disse que o Irã será arrasado, exterminado e varrido da face da Terra. Nos Estados Unidos, esse tipo de linguagem agressiva e o próprio envolvimento em guerra recebem repúdio.
Segundo a matéria, a movimentação militar entre americanos e israelenses indica que a campanha pode ser reativada a qualquer momento. A tentativa seria forçar o regime iraniano a aceitar pelo menos em parte as exigências para um acordo de paz.
Bombardeios ficaram sem reinício a pedido de aliados árabes; pesquisa aponta 64% contra a guerra
Trump afirmou que os bombardeios não foram reiniciados hoje a pedido dos três maiores aliados árabes dos Estados Unidos: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. Ele disse que, na opinião deles, haverá um grande acordo que será muito aceitável para os Estados Unidos da América.
A pesquisa New York Times/Siena fez a pergunta sobre se a decisão de Trump de ir à guerra com o Irã foi certa ou errada. Nada menos que 64% escolheram a segunda opção, com 93% dos democratas, 73% dos independentes e até 22% dos republicanos.
Números de aprovação e custo de vida entram no cálculo para as eleições de novembro
O texto diz que Trump não conseguiu convencer a opinião pública de que a guerra era necessária, mesmo com a tentativa de minimizar baixas americanas. A reportagem também cita uma rejeição à guerra que pode ser explorada na campanha eleitoral para as eleições de novembro para o Congresso.
Os números apresentados são: aprovação ao desempenho como presidente com 37% positivos e 59% negativos, economia com 33% a 64% e custo de vida com 28% a 69%. O artigo também afirma que a maioria no Congresso será decidida por 18 disputas ainda indefinidas.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.