A Copa do Mundo de 2026 vai passar pela China com menos destaque do que em décadas anteriores. A China Media Group (CMG) ficou sem fechar cedo os direitos de transmissão com a Fifa.
CMG e Fifa só fecham perto do torneio, e a atenção do público muda
Antes, a Copa do Mundo parava a China. Torcedores atravessavam a madrugada diante da televisão e tratavam o torneio como um ritual.
Agora, com a seleção chinesa fora da edição de 2026, o interesse fica mais moderado. Especialistas apontam mudanças nos hábitos de consumo e mais opções de entretenimento.
Atraso no acordo da transmissão envolve valores entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões
As negociações entre a Fifa e a China Media Group (CMG) demoraram mais do que antes. O anúncio dos direitos saiu poucas semanas antes do início da competição.
Segundo o “Beijing Daily”, a Fifa pediu valores entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões. Esse patamar ficou acima do orçamento da China Media Group e retardou o fechamento.
Pesquisas na China indicam que muitos torcedores consideram excessivos os valores cobrados pelos direitos. Outro dado aponta que muitos concordaram com a ideia de que a Copa do Mundo precisa mais do público chinês do que os chineses precisam da Copa.
Entre séries, redes e jogos no celular, Copa vira uma atração entre outras em 2026
O artigo cita a diversificação do mercado de entretenimento na China com séries, plataformas digitais, transmissões ao vivo, videogames, redes sociais e eventos esportivos locais.
Em junho, quando a bola rolar nos Estados Unidos, Canadá e México, milhões de chineses devem acompanhar os jogos. O texto destaca que a Copa vai ser apenas uma entre muitas atrações disponíveis.
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