O dia seguinte às eleições presidenciais deve vir com uma lista grande de conflitos no Congresso e no STF, envolvendo impeachment de ministros, reforma do Judiciário e ajuste fiscal. A disputa também recai sobre quem vai comandar a coalizão do governo.
Conflitos entre novo governo, Câmara e Senado cercam impeachment, Judiciário e ajuste fiscal
O cenário descrito aponta impasse entre o novo governo, a Câmara e o Senado. A tensão envolve o impeachment de ministros do STF.
O mesmo impasse aparece na reforma do Judiciário e no ajuste fiscal. A composição da coalizão que vai governar também entra na disputa.
Levantamento cita Lula e Bolsonaro e lembra 1992 e 2016 no impeachment
Um ministro do STF disse que o Brasil deve entrar em crise institucional depois da eleição, seja com Lula ou com Bolsonaro. A fala compara o risco de um salto institucional com ou sem “paraquedas”.
O texto cita outra saída histórica: “saltar de asa-delta”, ganhar tempo e buscar uma aterrissagem mais suave. Esse tipo de saída teria sido usado no impeachment de Collor, em 1992, e no impeachment de Dilma, em 2016.
Transição com impasses pode afetar nomeações no STF e nas agências reguladoras
O material afirma que um novo governo Lula começaria com “déficit grave” em coordenação política e com oposição forte e majoritária no Congresso. Sem acordo entre os poderes e com oposição, Lula enfrentaria dificuldades para aprovar nomes para o STF e para agências reguladoras.
Já para Flávio Bolsonaro, se houver vitória, o texto diz que a vida ficaria “um pouco mais fácil” no Congresso, com maioria para nomeações em acordo com o Legislativo. Mesmo assim, a pauta citada inclui anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro, novas tentativas de impeachment e mudanças no Judiciário.
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