A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai investir forte na defesa da quebra de sigilo de todas as investigações ligadas ao Banco Master. A medida entra na reta final e mira diretamente o candidato do PL à presidência, Flávio Bolsonaro.
Defesa da quebra de sigilo vira foco da campanha de Lula
A equipe do petista coloca a quebra de sigilo no centro da estratégia. O argumento é que esse ponto pode atingir Flávio Bolsonaro e mexer no desempenho dele nas pesquisas.
A campanha também quer chegar ao eleitor independente, que ainda não decidiu o voto para outubro.
Daniel Master e recursos para Dark Horse entram no ataque
O time de Lula diz que a atuação do Banco Master aparece como o “calcanhar de Aquiles” de Flávio Bolsonaro. A equipe associa isso a uma possível interrupção da alta do filho de Jair Bolsonaro nos levantamentos mais recentes.
Além disso, a campanha vai aumentar o tom para mostrar contradições e fragilidades de Flávio. O material cita a relação dele com o ex-banqueiro Daniel Master, do Master, que destinou milhões para a produção de Dark Horse, cinebiografia sobre Bolsonaro.
Estratégia busca avançar com eleitor indeciso até outubro
O plano é intensificar a exposição dessas conexões e manter o foco na disputa pelo eleitor independente. A campanha coloca a indecisão sobre o voto de outubro como um objetivo central.
O conteúdo programado para a reta final vai usar a discussão sobre o Banco Master para sustentar a linha adotada agora pela equipe de Lula.
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