O ex-governador Cláudio Castro (PL) suspendeu a ida a Brasília para depor na CPI do Crime Organizado, prevista para esta terça-feira (14). Ele informou que recebeu orientação médica após sentir um quadro de lombalgia aguda.
Orientação médica trava depoimento na CPI marcada para terça-feira (14)
Castro disse que está com “dores intensas na região lombar”. Ele cancelou a viagem depois de identificar o quadro na segunda-feira (13).
Como o prazo da CPI não foi prorrogado e as atividades da comissão terminam nesta semana, o ex-governador do Rio não será ouvido pelo Senado Federal.
Ausência se repete: ele já tinha faltado em fevereiro e março
Esta não foi a primeira vez que Castro deixou de comparecer à CPI. Ele não depôs em pelo menos outras duas ocasiões, em fevereiro e março, com justificativa de incompatibilidade de agenda.
A oitiva era tratada como estratégica pelo relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O relator disse que o depoimento ajudaria a entender como as organizações criminosas atuam no país.
Relatório final será lido nesta terça (14) e pode pedir indiciamento
O relatório final da CPI do Crime Organizado será lido pelo relator nesta terça (14). O documento pede o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Depois da leitura e da análise, os senadores decidem se aprovam ou não os indiciamentos. Se for aprovado, o texto é enviado para o Ministério Público Federal.
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