Cleitinho critica fala de Trump sobre Irã e gera atrito com bolsonaristas

Cotado para ser candidato de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao governo de Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) se indispôs com bolsonaristas nesta quarta-feira, 8. Ele criticou declarações de Donald Trump sobre a guerra no Irã e também defendeu cortes em pensão para filhas solteiras de militares.

Cleitinho reage após críticas a Trump e pressiona contra ameaças ao povo iraniano

Cleitinho gravou um vídeo e publicou nas redes sociais. No material, ele disse que uma fala de Trump sobre o Irã levaria a mortes e afirmou que esperava que o presidente americano estivesse blefando.

Ele também declarou que apoiou ações que Trump fez contra o Maduro e contra o líder do Irã, o Khamenei. Cleitinho disse ainda que não dá para acreditar e nem apoiar a ideia de uma “terceira guerra mundial”.

Bolsonaristas contestam posição e Otoni de Paula sai em defesa do senador

Nos comentários, bolsonaristas criticaram o senador por adotarem a posição de Trump como liderança internacional da família Bolsonaro. Um perfil escreveu: “Liderança de direita de Minas Gerais, pelo amor de Deus, arrumem um candidato que não seja este”.

O deputado e pastor Otoni de Paula (PSD-RJ) respondeu e disse que oferecia solidariedade a Cleitinho pelos ataques que ele sofreu. Otoni de Paula escreveu que “não é possível” que um político de direita seja “um lambedor de botas do presidente americano”.

Senador também mira “mamata” de pensão para filhas solteiras de militares

Na mesma quarta, 8, Cleitinho defendeu uma posição que afeta os militares. Ele criticou a pensão paga pelo Estado a “filhas solteiras de militares que nunca trabalharam na vida”.

Cleitinho afirmou no plenário do Senado que “Essa mamata vai acabar” e disse que o gasto com essa pensão foi de 6 bilhões de reais em 2025, enquanto segurava uma placa com a informação.

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