Flávio Bolsonaro aumentou seus seguidores nas redes sociais, mas registrou pela primeira vez no ano sua pior taxa de engajamento. O dado foi apresentado no VEJA em Foco por Alek Maracajá, CEO da Ativaweb.
Engajamento cai mesmo com avanço no número de seguidores
O especialista destacou que ter mais seguidores não garante mais reação do público. Para ele, o engajamento mede a capacidade de resposta, mobilização e participação nas publicações.
No acompanhamento citado no programa, a base cresceu, mas a interação não acompanhou o ritmo.
Taxa de engajamento de 0,63% e cerca de 100 mil seguidores
Alek Maracajá disse que Flávio Bolsonaro conquistou cerca de 100 mil novos seguidores no período monitorado. Ele também afirmou que o candidato do PL chegou a uma taxa de engajamento de 0,63%.
Maracajá apontou que esse foi o menor índice registrado por ele em 2026. Ele citou ainda a proporção entre seguidores e interação, dizendo que o candidato fala com 0,67% dos seus seguidores.
O programa comparou o cenário com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também enfrenta dificuldade para transformar alcance em interação. Maracajá mencionou taxa de engajamento de 0,45% no mesmo período para Lula.
Monitoramento dos próximos dias vai mostrar se a queda é só oscilação
Maracajá disse que não dá para concluir que o desempenho entrou em trajetória de queda. Ele afirmou que o comportamento das redes muda com rapidez e que o diagnóstico exige análise mais ampla.
Ele citou que será preciso acompanhar os próximos dias para ver se o movimento tem relação com acontecimentos recentes da campanha, como a convenção do partido e a definição da chapa presidencial.
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