No primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, a abstenção chegou a 21,1%, o que equivale a 33,4 milhões de eleitores. Agora, Lula e Flávio Bolsonaro vão focar em convencer quem ficou em casa a votar no próximo dia 25.
Abstenção recorde vira alvo direto das duas campanhas para o dia 25
Os candidatos apontaram a abstenção como um dos pontos mais importantes para a virada no segundo turno.
A campanha petista diz que a redução da abstenção pode ajudar a enfrentar o adversário. A campanha do PL também trata o tema como uma forma de impedir que apoiadores e eleitores deixem de votar na rodada final.
Recordes no 1º turno: 2,2 milhões a mais para Flávio e 33,4 milhões fora das urnas
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro avançou com 2,2 milhões de votos a mais do que Lula.
O segundo ponto foi a maior taxa de abstenção deste século: 21,1%, equivalente a 33,4 milhões de eleitores.
Lula afirmou que há “30 milhões que não foram votar” e citou desinteresse como possível causa. Ele disse que a responsabilidade é “devolver o interesse” para o eleitor participar do processo eleitoral.
Norte e Nordeste entram no plano: tarefas de rua e foco em redutos no 2º turno
O PT orienta uma força-tarefa contra a abstenção com carreatas, panfletagem e abordagens corpo a corpo, feita município a município por prefeitos e lideranças aliadas. O documento também destaca que a ação deve respeitar a legislação eleitoral, que proíbe oferecer transporte com finalidade eleitoral.
Na Bahia, o trio petista mira elevar a votação de Lula para 75% no segundo turno. A campanha também fala em ações parecidas no Ceará, no Piauí e na Paraíba.
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