Cenas de chegadas de marroquinos a nado em território espanhol em Ceuta seguem repercutindo na Europa. A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni suspendeu o acordo europeu de livre circulação com a Espanha.
Suspensão do acordo atinge movimento entre países do Schengen e pressiona governos
A decisão de Meloni mexe com uma das regras do bloco europeu para circular mais livremente entre países. O tema passa a ganhar força no debate político em vários lugares da Europa.
Meloni recebeu apoio da Dinamarca e da Finlândia. Segundo o texto, outros governos apoiaram sem falar publicamente.
Ceuta vira ponto central: Schengen, direito de pedir asilo e ações do governo espanhol
O artigo diz que, uma vez na União Europeia, como em Ceuta, os migrantes teriam direito de ir para os 29 países do Acordo de Schengen. Esses países são descritos no texto como ricos ou moderadamente bem resolvidos para onde quem parte de países pobres tenta migrar.
O texto liga o caso de Ceuta a decisões das autoridades espanholas. Ele cita a regularização de 500 mil estrangeiros no país e informa que o número dobrou, com pedidos de regularização passando de um milhão.
O artigo também relata uma decisão do Supremo Tribunal espanhol. Ele afirma que quem chegasse pelo mar, sem ultrapassar barreiras físicas em terra, não poderia ser mandado de volta imediatamente, o que levaria as autoridades policiais a ficarem “com as mãos atadas”.
População de Ceuta quase dobra e Pedro Sánchez sofre vaias em visita
Segundo o texto, a população de Ceuta, de 80 mil habitantes, praticamente dobrou com a chegada em massa dos marroquinos. Com isso, o comércio fechou e moradores passaram a temer sair às ruas.
Pedro Sánchez foi vaiado ao chegar para uma visita, após protestos. O texto também afirma que os migrantes, ao entrar em território espanhol, ganham o direito de pedir asilo político e receber assistência em vários níveis.
Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.