O ministro-presidente do TSE, Nunes Marques, pediu um relatório em 24 horas sobre o canal do WhatsApp “Exército do Lula”. Nesta sexta-feira, 23, Google e Meta responderam ao pedido e apresentaram suas versões sobre buscas e conteúdos do canal.
Decisão do TSE cobra relatório sobre funcionamento e conteúdos do WhatsApp
A medida do ministro-presidente Nunes Marques atendeu a um pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro.
Ele determinou que as duas big techs entregassem um relatório detalhado sobre o funcionamento e os conteúdos veiculados no canal “Exército do Lula”.
Google fala em buscas orgânicas sem tráfego automatizado e Meta pede mais prazo
O Google enviou uma manifestação ao TSE dizendo que não houve manipulação das tendências de busca pelo movimento do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.
Na justificativa, a empresa afirmou que os indicadores de buscas orgânicas refletem interesse de pessoas reais e que as políticas e sistemas servem para detectar e coibir tráfego automatizado e tentativas de manipulação.
A Meta pediu cinco dias para enviar o relatório minucioso. Na avaliação apresentada, a companhia disse que o canal da campanha petista veicula conteúdos que “não violam as políticas” e que a análise do canal, com base nas Diretrizes de Canais, não encontrou violação.
Meta recebe pedido de “pente-fino” e caso volta ao gabinete de Nunes Marques
A campanha de Flávio Bolsonaro pediu um novo “pente-fino” no canal “Exército do Lula”.
O caso deve retornar ao gabinete de Nunes Marques para nova decisão.
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