O governo do estado concluiu as obras do Coletor Tronco Faria-Timbó, na Zona Norte do Rio, que reduzem o descarte de esgoto na Baía de Guanabara. O serviço ficou paralisado e depois virou tema de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) aprovado pela Justiça.
Obras do coletor voltaram após TAC do MPRJ e homologação judicial
As intervenções no coletor foram retomadas com o acordo do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG). A obra do Faria-Timbó estava entre as que tinham ficado paradas.
Em 2019, a Secretaria do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) do estado assinou o TAC com o Ministério Público do Rio (MPRJ). Depois disso, a Justiça homologou o acordo e determinou a retomada das obras.
Sistema capta esgoto de bairros e separa cerca de mil litros por segundo
O novo sistema capta o esgoto de Ramos, Bonsucesso, Olaria, Del Castilho, Inhaúma, Oswaldo Cruz e Complexo do Alemão. Com o coletor em operação, a estrutura separa cerca de mil litros de dejetos por segundo e envia para tratamento.
De acordo com o MPRJ, a medida evita o descarte diário de um volume equivalente a 36 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento nos rios que desaguam na Baía de Guanabara.
TAC também tratou Cidade Nova e Manguinhos; outras obras seguem em andamento
O mesmo TAC determinou a entrega dos coletores da Cidade Nova e de Manguinhos. O acordo também previu melhorias nos sistemas Sarapuí, Pavuna e Ilha de Paquetá, que já foram entregues.
Outras intervenções de grande porte ainda aguardam conclusão, como o conjunto de obras do sistema Alcântara. O texto afirma que as melhorias previstas nos programas beneficiam pelo menos 1,5 milhão de moradores das áreas afetadas.
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