A decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas entrou em vigor, e o governo Lula já tenta evitar que o caso vire uma crise com Donald Trump. Auxiliares dizem que Lula pode se encontrar com o presidente norte-americano durante a reunião do G7 na França.
Lula tenta evitar escalada após EUA incluírem PCC e Comando Vermelho na lista de terroristas
Com a medida em vigor, o governo brasileiro estuda caminhos para que o episódio não ganhe força e não vire uma crise ligada à gestão de Donald Trump.
Nos bastidores, a estratégia passa por encaixar um encontro entre Lula e Trump na agenda do G7, marcado para acontecer na França em menos de duas semanas.
Reunião no G7 e conversa sobre cooperação para combater crime organizado
Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acreditam que ele e Donald Trump vão achar um espaço na agenda para se reunirem durante a cúpula do G7.
Uma das possibilidades citadas é Lula propor a intensificação da cooperação entre os países para combater o crime organizado.
O gesto, porém, não seria um sinal verde para intervenção dos Estados Unidos em território brasileiro. Ministros ligados a Lula também aceleraram a conversa com autoridades norte-americanas para entender os efeitos imediatos da decisão.
Ministros trocam informações com os EUA e tentam medir impactos no início
Apesar da preocupação com o que a medida pode causar, a aposta interna é que, neste primeiro momento, a mudança funcione como gesto político e simbólico, sem repercussão prática.
O que muda no dia a dia depende dos efeitos imediatos que serão identificados a partir dessas interlocuções entre ministros e autoridades norte-americanas.
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