Guerra no Oriente Médio pode puxar petróleo e reduzir ritmo da economia no governo Lula

A guerra no Oriente Médio, depois de um mês de conflito, aponta para redução do ritmo de crescimento da economia no terceiro mandato de Lula. Economistas da OCDE ligam esse efeito a preços mais altos de petróleo e gás.

OCDE liga conflito a preços maiores de petróleo e gás e a mais pressão na economia

Economistas da Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico (OCDE) acham possível um cenário em que os preços do petróleo e do gás aumentem em torno de 25% no primeiro ano de guerra.

Depois, eles esperam que os preços sigam elevados por causa da interdição do tráfego de navios no Estreito de Ormuz.

Projeções para o Brasil apontam PIB de 1,5% e crescimento menor que em 2025

A OCDE cita também “um endurecimento das condições financeiras mundiais”, com taxas de juros em alta ao mesmo tempo.

No Brasil, a escalada nos preços do petróleo, gás e derivados deve reduzir o fôlego da economia em comparação com o desempenho do ano passado.

A OCDE prevê para este ano um aumento modesto de 1,5% no Produto Interno Bruto brasileiro. Em 2025, a taxa era 2,5%.

Terceiro governo Lula: efeitos da guerra podem destacar avanço médio de 2,6%

Os efeitos da guerra tendem a realçar a debilidade da economia no terceiro governo Lula, com avanço médio de 2,6% em quatro anos.

O texto também aponta que o país continua aprisionado na armadilha de baixo crescimento em que patina há cerca de quatro décadas.

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