Gianni Infantino, presidente da Fifa, respondeu às críticas sobre a Copa do Mundo de 2026 e disse que o torneio nos Estados Unidos, Canadá e México foi um “sucesso”. Em carta aberta publicada nesta segunda-feira, 27, ele acusou críticos de espalhar “ódio” e “narrativas falsas”.
Infantino diz que Copa do Mundo é “união” e ataca críticas com “ódio” e “rumores falsos”
Infantino afirmou que o futebol deve servir como ponto de encontro entre diferentes povos.
Ele disse que os críticos ficam mais focados em atacar a Fifa do que em reconhecer o impacto do Mundial para milhões de torcedores.
Carta aberta cita segurança, inclusão e conflitos, além de casos ligados a vistos e decisões da Fifa
Infantino escreveu que a repercussão negativa ignorou a experiência de “milhões de fãs” que acompanharam o Mundial conquistado pela Espanha.
Entre as controvérsias citadas no texto estão restrições de vistos impostas pelos Estados Unidos a torcedores, árbitros e delegações de alguns países.
O artigo menciona ainda o árbitro somali Omar Artan impedido de entrar mesmo com visto válido e a dificuldade da delegação do Irã para viajar durante a guerra entre os dois países. Também aparece a suspensão de um cartão vermelho aplicada ao atacante americano Folarin Balogun após intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Carta retoma lembrança da fala de Infantino na véspera da Copa de 2022, no Catar
O texto diz que a carta tende a ampliar as críticas ao dirigente.
Ele também já tinha causado forte repercussão na véspera da Copa do Mundo de 2022, no Catar, ao declarar que naquele dia se sentia “catari, árabe, africano, gay, deficiente e trabalhador migrante”.
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