Investigações da PF citam Fernando Bittar em novo caso ligado a Lulinha

As investigações da Polícia Federal ligam o empresário Fernando Bittar a um suposto esquema de tráfico de influência envolvendo o presidente Lula e sua família. A conexão aparece junto do nome de Lulinha e de Roberta Luchsinger.

Do Sítio de Atibaia ao suposto tráfico de influência no governo de Lula

Fernando Bittar ficou conhecido na Operação Lava-Jato. Ele era apontado como um dos donos do Sítio de Atibaia, usado pelo presidente Lula.

A reforma do Sítio de Atibaia, com ajuda de empreiteiras que tinham contrato com o governo, levou a uma condenação à cadeia ao petista, segundo o texto.

PF cita Bittar, Lulinha e Roberta Luchsinger em contratos ligados ao Careca do INSS

Agora, o nome de Bittar surge em um novo escândalo. As investigações mostram que ele integra um grupo junto com Fábio Luís da Silva, o Lulinha, e com a empresária Roberta Luchsinger.

Esse grupo defendia interesses privados junto ao governo, principalmente contratos de Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Ele está preso por envolvimento com o esquema dos desvios de 4 bilhões de reais dos aposentados e pensionistas da Previdência.

Em 2019, Lula foi condenado e depois teve sentenças anuladas; caso ganha nova conexão em aluguel

Em fevereiro de 2019, Lula foi inicialmente condenado a 12 anos e 11 meses por corrupção e lavagem dinheiro no processo do recebimento de propina com a reforma do Sítio de Atibaia. Depois, o Supremo Tribunal Federal anulou as sentenças.

Nesta sexta-feira, a reportagem citada no texto diz que o contrato de aluguel da mansão em Brasília, providenciado por Roberta Luchsinger para Lulinha, foi fechado em nome de outra pessoa e teve exigência de confidencialidade. A documentação foi assinada por Rafael Nicolau Arbex, dentista que foi testemunha de Fernando Bittar no processo do sítio.

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