Irmanã de Kim Jong-un fala em fronteira “grave” com a Coreia do Sul e cita mais ataque

Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, disse nesta segunda-feira, 19, que a fronteira com a Coreia do Sul vive uma “situação grave”. Ela também afirmou que o país estuda colocar “mais recursos táticos de ataque” na região.

Imprensa estatal aponta instabilidade na divisa entre as duas Coreias

Kim Yo Jong falou que a fronteira sul está “muito instável” e atribuiu isso ao “comportamento imprudente” dos militares sul-coreanos.

A nota foi divulgada em inglês pela agência de notícias estatal KCNA.

Ela cita tiros de advertência, propaganda por alto-falantes e incidente na DMZ

Kim Yo Jong mencionou tiros de advertência feitos pela Coreia do Sul e transmissões de propaganda por alto-falantes.

Ela também citou uma “farsa de explosão de mina”, em referência ao episódio no fim de setembro, quando autoridades sul-coreanas denunciaram Pyongyang por “violação do armistício” após um artefato detonar na Zona Desmilitarizada (DMZ), ferindo três soldados de suas forças, com um deles perdendo um pé.

A DMZ divide a península desde 1953. A faixa tem quatro quilômetros de largura e soma quase 250 km. O local reúne um grande número de minas, com estimativa de pelo menos 800 mil artefatos.

Coreia do Norte diz que vai estudar reforço militar na fronteira sul

Kim Yo Jong afirmou que “todos os incidentes” passaram “a linha vermelha”.

Ela disse que o comando militar norte-coreano examina o posicionamento de mais recursos táticos de ataque ao longo da fronteira sul como medida preventiva, sem detalhar.

Este conteúdo faz parte do Manchete Online, um projeto dedicado a trazer o essencial de cada notícia de forma clara e rápida. Aqui você lê tudo o que precisa saber em menos de 60 segundos. Assine nossa newsletter e receba as principais notícias do dia direto no seu e-mail.