O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que a meta para 2026 não é mais a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele disse que a meta é o “extermínio completo do bolsonarismo” e que isso dependeria de uma “vitória esmagadora” de Lula em outubro.
Janones troca foco de 2026 e liga resultado de outubro à “dizimação” do bolsonarismo
Janones declarou que “a meta não é mais eleger Lula” e que a prioridade seria a “dizimação e o extermínio completo do bolsonarismo da face da Terra”. Ele também disse que uma vitória com margem pequena manteria o bolsonarismo por mais quatro anos.
Na mesma fala, Janones afirmou que uma “vitória acachapante” seria uma espécie de “tira-teima” de 2022. Ele citou que, segundo ele, isso representaria uma vitória definitiva da democracia brasileira frente ao fascismo e ao neonazismo.
Deputado diz estar “pronto para matar ou morrer” e menciona pesquisas e articulação de Flávio Bolsonaro
Janones também afirmou, na publicação, que está chegando a hora de “arregaçar as mangas” e ir cumprir a missão, “a qualquer custo”. Ele declarou: “Eu estou pronto para matar ou morrer!”.
A declaração saiu enquanto Lula lidera cenários de primeiro e segundo turno em pesquisas eleitorais citadas no texto. O artigo menciona o apoio de popularidade e aprovação do governo federal e relaciona isso ao impacto de crises bolsonaristas, como o envolvimento com Caso Master e a crise com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, na campanha de Flávio Bolsonaro.
Para recuperar terreno, o texto diz que Flávio Bolsonaro busca conquistar apoios partidários e que a principal negociação é com o Republicanos. O artigo aponta que o avanço está condicionado a apoios mútuos nos estados e que, até o momento, isso não teria sido fácil de alinhar.
Em outubro, Janones condiciona “vitória esmagadora” e destaca momento eleitoral
Janones vinculou o que chamou de missão a uma “vitória esmagadora” de Lula em outubro. Ele também associou uma vitória apertada à manutenção do bolsonarismo por mais quatro anos.
O texto destaca que o cenário eleitoral citado coloca Lula à frente em primeiro e segundo turno. Também registra que Flávio Bolsonaro tenta articular apoios, com negociação com o Republicanos e dificuldades para alinhamento em estados.
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