Jornais importantes de Israel fizeram uma avaliação negativa do cessar-fogo anunciado por Donald Trump. A trégua entrou em cena após uma guerra marcada por ataques e cobrança de objetivos que, segundo esses veículos, não foram alcançados.
Jornais de Israel dizem que metas da guerra não foram cumpridas no cessar-fogo
David Horovitz, no Times of Israel, afirmou que os Estados Unidos e Israel colocaram objetivos “ambiciosos e vitais” e que nenhum foi cumprido.
Ele disse que o objetivo mais importante, impedir que o regime consiga “aquela arma”, não foi alcançado. Horovitz também citou a degradação da “base industrial” nuclear e a manutenção de estoque de urânio altamente enriquecido soterrado.
Quais pontos os jornais citam sobre urânio, radicalização e falta de resultado decisivo
Lilach Shoval, no Israel Hayom, conectou a pausa ao que chamou de continuidade do regime iraniano e radicalização após o controle dos Guardiões da Revolução Islâmica. Ela também citou “os 440 quilos de urânio” no solo iraniano.
Ela disse que, mesmo com feitos militares, não houve ganhos políticos e estratégicos nem resultado decisivo. Shoval também citou uma pausa de duas semanas que poderia permitir ao Irã reagrupar forças e tirar “as centenas de lançadores de mísseis” escondidos sob a terra.
Israel convive com impacto dos bombardeios e considera que luta segue após a trégua
O artigo relata que israelenses não podem tratar como normal a situação, já que o país sofreu bombardeios diários e o sistema antimísseis evitou que os ataques fossem piores.
O texto diz que morreram 23 civis e que houve “dez militares no Líbano”. Também afirma que Israel contempla a possibilidade de ter um inimigo ainda mais obcecado.
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