A Justiça Militar aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio (MPRJ) contra o coronel do Corpo de Bombeiros Lauro Botto por assédio sexual. Agora, ele é réu na Justiça.
Após ordem de prisão suspensa, Lauro Botto passa a responder em processo
O coronel chegou a ser alvo de uma ordem de prisão da corporação pelo caso.
Ele foi liberado da punição por decisão liminar.
Acusações citam mensagens em rede social entre 2024 e 2025
Segundo o MPRJ, o crime teria acontecido entre 2024 e 2025.
O coronel é acusado de usar uma rede social para enviar mensagens inadequadas a uma subordinada para obter vantagem sexual.
O órgão diz que as abordagens na internet foram insistentes, ocorreram ao longo de meses e, em alguns episódios, Botto teria usado a condição de superior hierárquico para pressionar.
Porte de arma suspenso e bloqueio de contato com vítima e testemunhas
A pedido do GAESP, a Justiça Militar determinou medidas cautelares contra o coronel.
Entre elas, estão a suspensão do porte de arma de fogo e a proibição de entrar no quartel do comando-geral do Corpo de Bombeiros. Ele também não pode manter contato com a vítima e as testemunhas, nem fazer referências públicas às pessoas envolvidas no processo.
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