O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, disse nesta quinta-feira, 18, que espera que os Estados Unidos aprovem “o mais rápido possível” a venda de armas de US$ 14 bilhões para a ilha. Ele também voltou a rejeitar qualquer possibilidade de unificação com a China.
Compra de armas avança como prioridade de defesa para Taiwan
Lai fez a declaração em conversa com jornalistas em Taipei.
Ele afirmou que quer reforçar as capacidades defensivas de Taiwan.
US$ 14 bilhões em armas e rejeição à unificação com a China
Lai disse que os esforços de Taiwan para defender sua segurança nacional, manter seu modo de vida democrático e livre e rejeitar a unificação e o domínio do Partido Comunista Chinês não devem ser considerados uma provocação contra a China.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse em maio que a venda de armas de US$ 14 bilhões está sob análise.
O governo chinês afirma que Taiwan faz parte do seu território e defende que a reunificação deve ocorrer, sem descartar o uso da força.
Treino militar em Taichung e aumento de tensões no Estreito de Taiwan
Taiwan depende do apoio militar dos Estados Unidos para dissuadir uma eventual ofensiva chinesa.
No início deste mês, os militares taiwaneses fizeram um exercício costeiro que simulava a destruição de uma força invasora chinesa. O treinamento ocorreu ao longo de cerca de 20 quilômetros do litoral da região de Taichung, no centro da ilha, com ações simultâneas em oito pontos diferentes.
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