O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou ministros sobre alinhamento da comunicação do governo sobre entregas e sobre ações em tribunais superiores. Ele também pediu aceleração de iniciativas e colocou prazo para 3 de julho.
Cobrança mira comunicação das entregas e coordenação com Casa Civil e AGU
Lula afirmou que o governo precisa saber quem representa a gestão federal nas entregas. Ele disse que a equipe deve passar pela Casa Civil para que a informação fique organizada.
O presidente também criticou ações em tribunais superiores feitas sem consulta à AGU e à Casa Civil. Ele pediu que as notícias não cheguem por jornais e que o governo atue de forma unificada.
Prazos e vedação a condutas a partir de 4 de julho após reunião ministerial
Em reunião ministerial, Lula orientou a equipe a acelerar iniciativas e pediu que elas saiam do papel até 3 de julho.
A partir de 4 de julho, ficam vedadas algumas condutas por parte de agentes públicos, como nomeações, exonerações e contratações. A regra também inclui participação em inauguração de obras públicas.
O que muda no calendário com a janela até 3 de julho e a partir de 4 de julho
O comando de Lula fixa 3 de julho como data-limite para tirar iniciativas do papel. A partir de 4 de julho, agentes públicos não podem realizar as condutas listadas na orientação.
Com a cobrança por alinhamento com Casa Civil e AGU, a comunicação sobre entregas e ações em tribunais superiores passa a ser um ponto central na rotina da equipe.
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