Lula e Flávio Bolsonaro começam a campanha com rejeição alta e escândalos na largada

Lula e Flávio Bolsonaro iniciaram a disputa à Presidência com rejeição alta e sem propostas detalhadas, enquanto escândalos e investigações ocupam espaço na campanha. A corrida vai ganhando tensão, com o eleitor mais focado em evitar o que rejeita do que em ver planos no papel.

Campanha presidencial entra na fase das rejeições, com eleitor dividido entre dois nomes

A sucessão presidencial começou oficialmente no domingo 16 e segue com a marca de rejeitar candidatos. Lula e Flávio Bolsonaro são rechaçados por metade do eleitorado.

Nos atos iniciais, os dois focaram mais em falar para os seus públicos do que em apresentar propostas detalhadas. A disputa se volta para desgastar o outro lado.

Com pesquisas em empate técnico, Lula mira governo e Flávio tenta carona na popularidade do pai

Lula disputa pela sétima vez a Presidência em dez eleições desde a redemocratização e chegou a três mandatos, em 2002, 2006 e 2022. Na eleição passada, Jair Bolsonaro levou a disputa ao segundo turno e Lula venceu por diferença de 1,8 ponto porcentual, ou 2,1 milhões de votos.

Nas simulações de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente nas pesquisas, mas em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL). O presidente fez comício no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), e citou programas e a própria biografia.

Flávio Bolsonaro tenta seguir a estratégia de usar a popularidade do pai, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe. O texto traz que o primeiro ato em Copacabana, em 7 de setembro de 2022, reuniu 64 000 pessoas, enquanto ele levou 9 000 à orla.

Investigação no STF, pacote de bondades e reajuste no Bolsa Família entram no jogo para outubro

O senador citou a abertura de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Fábio Luís da Silva, filho mais velho de Lula, por suposto tráfico de influência. O artigo também relata pedidos de 134 milhões de reais, por Flávio Bolsonaro, ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Na campanha, a coordenação à reeleição fala em foco em Lula para reduzir rejeição e ampliar apoio. O texto diz que Lula lançou um pacote de bondades estimado em mais de 200 bilhões de reais e incumbiu a equipe econômica a buscar espaço no Orçamento para reajuste no Bolsa Família, que beneficia cerca de 50 milhões de brasileiros.

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