Maior fatia do fundo, PL inicia campanha com rombo de R$ 80 milhões

O PL, partido que recebeu a maior fatia do fundo eleitoral, começou a campanha oficial com um déficit de R$ 80 milhões. A diferença aparece entre o dinheiro separado para bancar candidaturas e o que seus representantes precisam nas urnas.

PL recebeu R$ 882 milhões do fundo eleitoral e aponta falta de R$ 80 milhões

O PL detém R$ 882 milhões do fundo eleitoral. Esse valor é o maior entre os partidos.

A sigla lidera a chapa presidencial com o senador Flávio Bolsonaro. O deputado federal Alfredo Gaspar aparece como vice.

Valdemar Costa Neto gerencia os pedidos por verba e reconhece erro na pré-campanha

O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, lida com pedidos internos por valores do chamado “fundão”. Ele atende telefonemas de quadros do partido sobre o andamento dos pedidos.

Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) distribuiu R$ 4,9 bilhões para trinta agremiações. Os critérios incluem o tamanho das bancadas eleitas quatro anos antes para a Câmara dos Deputados.

Reservadamente, Valdemar admite a interlocutores um “erro” ao atuar como tesoureiro. Ele diz que gastou cerca de R$ 120 milhões dos R$ 150 milhões guardados do fundo partidário na fase de pré-campanha.

PL vai ajustar gastos: pré-campanha pode ser deduzida do total a partir de 2028

Com as candidaturas oficializadas, postulantes do PL voltaram a procurar Valdemar com pedidos de dinheiro. Eles dizem que a verba usada antes era uma coisa e o valor prometido para a campanha oficial era outra.

Valdemar promete ficar mais atento no próximo pleito. A partir de 2028, ele afirma que o que um candidato gastar na pré-campanha será deduzido do montante total acertado para seus gastos de campanha.

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