Márcio França teria ficado resignado ao ser escolhido vice de Haddad em SP

Aliados dizem que Márcio França encarou com resignação a escolha para ser o vice na chapa de Fernando Haddad ao governo de São Paulo. A decisão entrou no meio de um histórico de mudanças dentro da gestão petista.

Escolha de Márcio França como vice de Haddad acontece após outras frustrações na gestão Lula

Interlocutores apontam que a escalação foi mais uma decepção atribuída ao governo Lula. Eles citam também a saída de França de um ministério, apresentada como contra a vontade dele.

Dentro do governo, outras pessoas relatam frustração com a atuação de França. Elas dizem que ele entregou bem menos do que se imaginava e ficou abaixo do que teriam mostrado Geraldo Alckmin e Simone Tebet.

Alckmin e Simone Tebet aparecem como referência, e Marina e Simone ganham foco no Senado

O relato liga o desempenho de França ao fato de ele ficar com a vaga de vice. Nessa visão, Simone e Marina Silva foram os nomes escolhidos para disputar cadeiras no Senado.

Apesar das críticas, aliados de França afirmam que o saldo final foi positivo. Eles dizem que o ganho ficou com Lula e com Haddad, citado como possível ministro da Casa Civil em um eventual governo Lula 4.

Se Haddad vencer Tarcísio, governo paulista pode ficar com o grupo em 2030

O texto também destaca um ponto para o futuro. Se Haddad vencer a disputa contra Tarcísio de Freitas, ele deve herdar o governo paulista em 2030.

A justificativa apresentada é que o petista sairia do posto para concorrer ao Planalto.

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