A indicação de Jorge Messias ao STF foi reprovada no Senado, e a disputa por votos segue rendendo acusações dentro do Supremo. Ministros citam a atuação de Kassio Nunes Marques e André Mendonça, ambos indicados por Jair Bolsonaro.
Após votação no Senado, STF mantém disputa entre duas frentes
O STF vive um clima de rusgas entre a ala mais política da Corte e ministros envolvidos nas articulações. O tema ganha força quando o assunto envolve Kassio Nunes Marques e André Mendonça.
Em abril, Jorge Messias foi alvo de uma articulação que terminou em derrota no Senado. A indicação saiu de cena com uma votação marcada por conflito nos bastidores.
Atuação de Mendonça e Nunes Marques e reprovação por 42 a 34
Messias foi escolhido por Lula para suceder Luís Roberto Barroso na Corte. Em abril, a indicação foi reprovada no Senado por 42 votos a 34.
Segundo a matéria, Davi Alcolumbre recusou receber o supremo e atuou para derrubar a indicação. O texto lembra que Alcolumbre também defendeu Rodrigo Pacheco para a vaga.
A matéria diz que interlocutores do Supremo citam Mendonça e Nunes Marques na falta de votos de Messias. Eles afirmam que os dois garantiram 15 votos entre os bolsonaristas, número citado como necessário para a aprovação.
Voto secreto no Senado e declarações de Flávio Bolsonaro e Sergio Moro
A votação no Senado usa voto secreto. Mesmo com isso, o texto cita rejeições públicas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Sergio Moro (PL-PR), que disseram que não endossariam Messias.
Com mais de três meses da derrota, a matéria registra que a intriga continua nas conversas de interlocutores. O caso segue ligado à atuação dos dois indicados por Bolsonaro mencionados no Supremo.
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